Marketing e vendas

Varejo: O Futuro Agrega Venda Física e E-commerce

Redação FoxManager
Escrito por Redação FoxManager em 15/01/2020
Varejo: O Futuro Agrega Venda Física e E-commerce

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Para quem deseja se manter relevante no mercado do varejo a partir de agora deve estar preparado para saber congregar suas vendas físicas com e-commerce. Essa maneira ‘híbrida’ de atendimento e quem buscar as ferramentas certas para executar esses projetos serão os diferenciais dos melhores lojistas para atrair um público e aumentar suas vendas.

As recentes pesquisas sobre os hábitos de consumo dos brasileiros e dos varejistas demonstram uma curiosa tendência de abraçar de vez as compras on-line, contudo, sem abandonar o hábito de entrar em uma loja física para escolher pessoalmente o que consumir.

Primeiramente isso demonstra três coisas que os empreendedores do varejo devem estar atentos.

A primeira diz respeito a montar seu negócio online em conjunto com sua loja, a segunda é continuar a investir em sua equipe de vendas físicas para garantir um bom atendimento e a terceira é o investimento em um sistema seguro, que possa atender não apenas a sua necessidade, mas que te dê a possibilidade de dar um passo mais largo no futuro.

Comodidade + Tempo + Atendimento

De acordo com pesquisa na área do comércio de varejo chamada ‘A Tecnologia e o Comportamento de Compra do Brasileiro’, realizada pela Croma, 70% de millennials e geração Z preferem lojas físicas a compras online. Isso mostra que, apesar da gradual consolidação do e-commerce no Brasil, quem deseja continuar no ramo deve aprender a conjugar atendimento virtual e físico.

Por exemplo, os millenials possuem potencial de compra avaliado em R$ 75 bilhões. Além disso, sua frequência de compras online é duas vezes maior do que a da geração X.

Portanto, trata-se de um público acostumado a conhecer ofertas em todos os ambientes. O que eles procuram ao realizar uma compra é:  comodidade (69%), tempo (61%) e atendimento (44%).

Esses três fatores possuem complexidade suficiente para os grandes varejistas do Brasil, que ainda engatinham quando o assunto é fazer uso correto do chamado big data que se produz nesse tipo de operação.

Contudo, o varejo brasileiro, continua orientado às ocasiões de consumo, como datas de compra já consagradas. Assim sendo, com a tecnologia é possível integrar os canais físico e digital para proporcionar experiências de compra personalizadas. Essa integração promoverá, ao contrário do que muitos pensam, diminuição de custos, aumento do ticket, fidelização e retenção de clientes.

Além do Papel e do Plástico

Os 49% dos shoppers pretendem utilizar muito novas formas de pagamento, dispensando o uso de cartões ou dinheiro físico. Por isso a revolução trazida pela mobilidade, fintechs, biometria e por empresas como Google passam a fazer parte da pauta de inovação que impactará desde empreendedores autônomos até grandes redes.

Como 60,4% dos brasileiros realizarão compras utilizando tecnologias de autoatendimento, o self-checkout está também inserido nesse contexto.

São poucas, mas já existem lojas físicas no Brasil operando de maneira 100% integrada com a internet onde as transações são realizadas sem o intermédio de vendedores e sem ao menos o comprador colocar a mão no bolso. Literalmente!

Se por acaso fazer parte de seu nicho de atendimento, o varejista deve estar atento às possibilidades nessa área de auto atendimento para não ficar para trás.

Servir Bem Para Servir Sempre

Nesse processo de inovação e disruptividade tecnológica, o papel dos vendedores deve ser afetado e, nesse sentido, especialistas e técnicos tendem a ocupar posições estratégicas na venda consultiva, inclusive finalizando vendas por dispositivos móveis, sem a necessidade do tradicional checkout.

Isso leva a conclusão que uma camada maior de conhecimento à atividade do vendedor deve ser adicionada. O profissional da área deve buscar maiores conhecimentos de marketing, tecnologia e relacionamento interpessoal para entender esse novo perfil de cliente, e os novos processos das operações de venda.

Ter o Suporte Apropriado para PDV

Não basta você querer se manter relevante e aumentar a escala de suas operações em um futuro próximo. É necessário haver um suporte adequado em uma plataforma que lhe dê condições para estar firme no mercado.

O dia a dia de gerenciar um negócio próprio é algo que demanda tempo e energia. São muitos afazeres paralelos que requerem atenção e caso haja falha em um dos inúmeros processos que existem, pode ser o bastante para uma boa dor de cabeça.

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Varejo Online Quer ser Híbrido

Segundo a Nutanix, empresa de computação em nuvem corporativa que divulgou os resultados do setor de varejo de seu relatório Enterprise Cloud Index Report, o varejista estrangeiro já busca maneiras de adaptação.

O relatório constatou que a grande maioria deles (87,5%) identificou a nuvem híbrida como o modelo operacional ideal de TI. Mais ainda, também mostrou que muitos varejistas (72%) planejam mover aplicações de nuvem pública de volta para on-premises.

Dessa maneira, os varejistas reconhecem que a experiência ininterrupta do cliente não é mais somente “uma coisa boa de se ter” – é um fator crítico para conquistar novos clientes e manter os existentes – e a infraestrutura em nuvem híbrida é essencial para esse arranjo.

Portanto, os gastos mundiais em tecnologias de experiência do cliente atingirão US$ 641 bilhões em 2022. De acordo com as tendências mais amplas do setor de TI, muitos varejistas também reconhecem os custos completos e de longo prazo da nuvem pública.

Varejo Quer Mais na Agilidade

Ao contrário do setor de TI em geral, onde o custo é o principal fator, os varejistas classificaram a capacidade de acelerar as implantações de TI (54,3%) como o principal fator para decidir o ambiente de nuvem adequado para suas operações.

Ou seja: para se adaptar rapidamente às tendências dos clientes em uma era de vendas multicanal em várias plataformas, os varejistas estão liderando para maximizar a flexibilidade da infraestrutura de TI para manter o ritmo.

Segurança é Algo Importante

Entretanto, os dados também mostraram que a segurança molda os planos de implantação da nuvem no varejo. Os quase dois terços dos entrevistados (63,6%) afirmaram que a segurança tem influência significativa em suas implantações futuras na nuvem, com a nuvem híbrida identificada especificamente como a mais segura (32%).

Assim, na medida em que as regulamentações de privacidade de dados continuam aumentando e se expandindo, os varejistas estão à frente na busca de maneiras de gerenciar com eficiência os dados dos clientes com segurança. Além disso, os modelos operacionais de nuvem híbrida oferecem a segurança e a flexibilidade que os varejistas precisam para as mudanças nas políticas, por exemplo.

Varejo Lidera Implantações de IoT

Certamente, o varejo internacional investe em novos meio e estão acima das médias no uso da nuvem pública para executar aplicações digitais e da Internet das Coisas (IoT).

Por fim, eles também os executam com mais frequência na nuvem pública do que em outros setores, com cerca de 11% de participação atual de várias nuvens públicas, bem como 19% de participação em uma única nuvem pública.

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